Ultrassom de tireóide: existe e é primordial entre os seus exames. Veja o porquê.


Aqui no nosso blog, “vira e mexe” a gente fala de tireóide. Num é a toa. É assunto sério. Já contamos aqui de uma paciente que descobriu um câncer, maligno, sem sentir sintoma nenhum que pudesse causar desconfiança. Ela só descobriu a doença porque a tireóide dela inchou, muito, o que não acontece na grande maioria das vezes, tornando o problema ainda mais grave - porque ele pode ser silencioso.

É ali nessa glândula que hormônios fundamentais para o nosso metabolismo são produzidos. Qualquer alteração nela, tanto para mais quanto para menos, pode representar problemas sérios de saúde.

O T3 (triiodotironina) e o T4 (tiroxina) são os hormônios produzidos pela tireóide, sendo responsáveis pela regulação da taxa de metabolismo, controle dos batimentos cardíacos, funcionamento intestinal, memória, humor, funções de aprendizado, entre outras. (Fonte).

Algumas pesquisas indicam que entre 40% e 50% das pessoas possuem algum nódulo nesta região e não sabem. Há o exame de toque que pode identificar alguma alteração, mas nem sempre é possível perceber mudanças significativas de tamanho. Por isso o ultrassom é indispensável: é ele quem vai detectar precisamente as informações clínicas exatas da glândula.

Leia também: Acompanhe este relato e veja porque é tão importante saber como está o funcionamento da sua tireoide.

Este exame ajuda a encontrar pequenas alterações, o que propicia a possibilidade de tratamento precoce de qualquer anomalia. Além disso há também a opção de realizar o exame com doppler, o que, na prática, significa aferir o fluxo sanguíneo.

Este exame serve para:

– analisar nódulos encontrados pelo médico na palpação do pescoço;

– verificar as características e padrão de vascularização (com Doppler) dos nódulos encontrados (benigno ou maligno);

– acompanhar os nódulos tireoidianos, verificando se houve alterações ou surgimento de novos nódulos, o que pode ou não indicar a necessidade de punção ou cirurgia para estudá-los ou removê-los;

– analisar a glândula tireoidiana aumentada, verificando a provável causa, determinar seu tamanho e posteriormente acompanhar a evolução;

– verificar a causa da dor na região da tireóide;

– analisar anormalidades tireoidianas detectadas por outros exames;

– verificar a topografia da tireóide após procedimento cirúrgico, avaliando se houve recidiva (retorno do tumor), surgimento de novos nódulos ou linfonodos (glânglios) suspeitos.

O procedimento é muito simples: o médico aplica um gel na região do pescoço (que deve permanecer esticado) e desliza o aparelho por todo espaço que pode representar alguma anormalidade.

E o melhor: não há contra-indicação nem risco nenhum. Qualquer pessoa pode realizar o exame. Fale com o seu médico. Ajude-o a lembrar da importância deste exame e da necessidade de fazê-lo com certa sazonalidade (especialmente mulheres acima de 40 anos).

Eu gosto sempre de lembrar que a grande maioria dos problemas de saúde podem ser evitados com prevenção consciente e médicos que se preocupam com o bem-estar dos seus pacientes, não apenas em tratar doenças que poderiam ser prevenidas.

Conte comigo. Volto ainda este mês para falar de mais um assunto importante, até breve.

Fonte:

http://lgasaude.com.br/ultrassonografia-da-tireoide-qual-a-importancia-deste-exame/

#tireoide #examespreventivos #ultrassomdetireoide

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