4 exercícios físicos ideais para quem já chegou na terceira idade.


Da mesma maneira que há verdades esquecidas e benefícios fundamentais para a saúde que são ignorados, há também aqueles que todo mundo está “cansado de saber” e, justamente por isso, passam despercebidos como se fossem um tipo de “modinha” ou uma opção hora benéfica, hora não.

É assim para várias práticas cotidianas “desde que o mundo é mundo”. Desde os primórdios da humanidade. E, infelizmente, os índices de riscos e incidência de mortes relacionados à doenças cujo desencadeador são maus hábitos, também sempre existiu.

A verdade é que a prática de exercícios está inserida neste grupo. Ninguém precisa ser ensinado sobre o porquê é importante praticar exercícios regularmente, é o tipo de coisa que aprendemos desde a mais tenra idade e quase que naturalmente.

Segundo uma pesquisa divulgada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) no segundo semestre do ano passado, a América Latina é o continente com maiores índices de sedentarismo, 39% no mundo, e o Brasil lidera o ranking - 47% da população adulta não pratica atividades físicas regularmente.

A OMS recomenda cento e cinquenta minutos de atividade física intensa ou setenta e cinco de práticas que demandam força.

O documento que apresenta os estudos sugere que os países adotem medidas que incentivem a prática de exercícios de diversas maneiras, mas, a bem da verdade, todos nós sabemos que o que é necessário mesmo é a vontade de cada um em deixar o sedentarismo e os riscos altos para desenvolvimento de doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2, obesidade e várias outras.

Pensando nisso, neste esforço individual, separamos aqui quatro tipos de exercícios especiais para idosos que são um grupo de risco potencial para o desenvolvimento destas doenças - especialmente para as mulheres que aparecem com taxas maiores de sedentarismo em relação aos homens, no Ocidente:

Tênis: trabalha a rotação corporal e coordenação motora, aspectos importantes a serem treinados na terceira idade por conta do desempenho mais lento que os idosos naturalmente têm;

Pilates: além de ser um exercício mais leve e com menos risco, trabalha bem a flexibilidade, a mobilidade das articulações além da saúde respiratória;

Dança: coordenação, equilíbrio e auto estima. Quem é que não gosta da sensação de um bom desempenho na hora de dançar? Além disso, não costumam ter restrição de idade;

Treinamento funcional: uma modalidade nova, com este nome, mas que engloba séries de exercícios que existem há muitos e muitos anos com excelentes resultados. São os exercícios como abdominal e flexão que fornecem força e resistência.

Não faltam opções para que o sedentarismo seja definitivamente deixado de lado para todas as idades e estar na velhice não impede ninguém de manter uma vida com práticas saudáveis e de qualidade de vida.

Comece hoje mesmo recomendando este texto para algum idoso da sua família ou se você o é, não perca a chance de olhar de vez para este aspecto importante da sua vida - nunca é tarde!

Fonte:

http://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2018-09/america-latina-tem-maior-indice-de-sedentarios-brasil-lidera

https://exame.abril.com.br/estilo-de-vida/as-melhores-atividades-fisicas-para-quem-ja-passou-dos-60/

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