O mundo paralelo da Alergia Alimentar: a ajuda que você precisa está aqui.

“Meu filho era só um bebê, pequeno, frágil,

indefeso e eu não sabia o que fazer para acabar com aquele sofrimento.

As tosses não cessavam, tinha sangue nas fezes,

dermatites e estava perdendo peso”.

Esse é o relato de uma mãe, dentre milhares de pessoas que lidam, dia a dia, com a desafiadora realidade da alergia alimentar.

Você, muito provavelmente, já ouviu sobre algum caso na família “de um bebê que chorava muito e nunca ninguém descobriu o que tinha”. Sempre tem. A diferença é que antigamente a medicina não dispunha de meios suficientes para diagnósticos mais específicos e, infelizmente, muitos casos de alergia alimentar não eram devidamente identificados.

Hoje, com o avanço da medicina, o cenário é outro. E, com ele, aparecem os números que registram essa realidade alarmante, deste “universo paralelo”:

Segundo a Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI), a alergia alimentar acomete 5% da população brasileira e este índice está crescendo não apenas no Brasil, mas no mundo todo. Dados de uma pesquisa realizada pela Universidade Northwestern, nos Estados Unidos, apontaram para um crescimento de, pelo menos, 30% do aumento de consultas médicas decorrentes de reações por alergia alimentar só entre os anos de 2008 e 2012.

Esses números são ainda mais expressivos se levarmos em consideração que as crianças são as mais afetadas. Isso porque a alergia alimentar se manifesta, geralmente, nos primeiros meses de vida e pode gerar uma série de reações que chegam a ser assustadoras - inchaços, diarréias agudas, sangue nas fezes, desconfortos intestinais muito intensos, chegando até, em algumas situações, a choque anafilático.

A ASBAI conceitua alergia alimentar como “reações do sistema de defesa (imunológico), contra proteínas presentes em um alimento, reconhecidas como "inimigas" do organismo. As manifestações podem ocorrer em minutos, horas ou dias após a ingestão do alimento”.

Cerca de 80% das alergias alimentares estão relacionadas à seis grupos de alimentos: leite de vaca, soja, ovo, trigo, oleaginosas e frutos do mar e, na grande maioria dos casos, com a maturidade do sistema gastrointestinal, os sintomas desaparecem antes dos dois anos de idade.

Depois de um diagnóstico prescrito e acompanhado pelo médico, geralmente gastroenterologista ou alergista, nasce então um outro grande desafio: adequar a alimentação às necessidades especiais do alérgico.

Este desafio se torna ainda maior quando se trata de bebês, especialmente os que dependem exclusivamente do aleitamento materno. Neste caso, é a mãe quem precisa se submeter à dieta.

Essas são orientações concluídas a partir do Consenso Brasileiro sobre Alergia Alimentar, documento realizado em parceria pela ASBAI, com a Sociedade brasileira de Pediatria e com a Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN), uma vez que o leite materno é recomendado até os dois anos de idade - principalmente para bebês alérgicos, pois o leite materno é um grande aliado no processo de maturação do intestino e dessensibilização do organismo para com o alimento que causa a alergia.

E é a partir daí que uma infinidade de dúvidas e preocupações começam a aparecer na cabeça de tantas e tantas mães:

  • O que eu vou comer?

  • Como vou passar meses sem ingerir leite?

  • No caso de alergia multi-alimentar, quando o bebê é alérgico a mais de um alimento, como é possível adequar uma dieta?

  • E quando meu filho crescer, o que vai comer nas festas de aniversário?

  • Posso colocar meu filho na escola com todas essas restrições alimentares?

É um novo mundo. Um mundo cheio de descobertas e de adaptações, mas que abre uma imensidão de novas oportunidades, e de novos hábitos alimentares.

E é justamente aqui que o papel de um nutrólogo é essencial. Ele vai poder orientar passo a passo para que os alimentos restritos possam ser substituídos, sem impedimentos exorbitantes para o alérgico ou para a mãe que amamenta.

Os nutrólogos do Alpha Saúde serão o seu aliado nessa nova jornada, porque é possível sim uma dieta adequada e que respeite o organismo do alérgico, sem ser demasiado privativa.

Na Alpha Saúde você pode contar com especialistas como a Dra. Rita Kaarkoski, uma nutróloga recomendadíssima em todo o país e que cumpre a essência da nutrologia: vai lhe ajudar a descobrir o prazer de se alimentar saudavelmente e adequadamente, diante das necessidades que a alergia alimentar impõe.

Respire fundo, e conte com a ajuda de profissionais que lhe ajudarão nesta batalha: agende uma consulta.

Fonte:

https://extra.globo.com/noticias/saude-e-ciencia/alergias-alimentares-atingem-5-da-populacao-entenda-problema-13957008.html

http://www.abran.org.br/images/novembro2010/consensoalergia.pdf

http://revistacrescer.globo.com/Criancas/Saude/noticia/2015/07/alergia-alimentar-casos-aumentam-quase-30-ao-ano-aponta-estudo-americano.html

#alimentação #saúde #alergia

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