A sua saúde na era da (des) informação:


Vivemos dias nos quais as informações correm quase que na velocidade da luz. E é nessa agilidade toda que, muitas vezes, alguns conceitos e modismos são implantados nas nossas cabeças, sem mesmo que a gente tenha tempo de identificar de onde elas vem e para que elas servem.

É esse, basicamente, o papel da mídia. Especialmente a mídia da grande massa, onde não há espaço para discussões ou discordâncias, mas apenas absorção daquilo que interessa defender/divulgar.

Não é nosso papel aqui fazer uma crítica a respeito dos grandes veículos de comunicação, mas sim de uma dessas ideias que percorrem a nossa convivência de todos os dias e que são sempre reforçadas pela propaganda midiática: a busca frenética e inquestionável pelo emagrecimento.

Não entraremos no mérito da questão que corresponde aos casos de obesidade, pois, obviamente que, nestas circunstâncias, emagrecer é sinônimo de saúde. Sem delongas.

Ocorre que há nesta atmosfera de luta-incansável-infindável pela magreza uma realidade preocupante: a pré disposição de um número cada vez maior de pessoas que fazem QUALQUER coisa “para perder uns kilinhos”.

Para além dos riscos gravíssimos para a saúde, como todos nós já estamos cansados de saber, este é o retrato de uma sociedade que, cada vez mais, está preocupada apenas com uma aparência padronizada e superficial. Não de preocupação com o belo, saudável e adequado para cada um, mas apenas como um “encaixe” daquilo que parece ser sinônimo atraente, desejável e “na moda”.

É por aí que vão surgindo uma série de meios “milagrosos” que parecem resolver rapidamente este “problema” do sobrepeso, dando destaque especial para cirurgias plásticas que, além de manter um mercado riquíssimo, oferece riscos, como qualquer tipo de cirurgia.

Não é a toa que a Organização Mundial da Saúde, médicos, especialistas e pesquisadores alertam para o risco eminente que dietas desreguladas e sem acompanhamento profissional causam para qualquer pessoa que se motive a entrar nessa cilada já há muito tempo advertida.

Mas, nós, da Alpha Saúde, gostaríamos de deixar a você um segundo alerta, não menos importante: não deixe de reconhecer as informações que chegam até você e que entram na sua casa. Até poucas décadas atrás não era tão simplesmente que as famílias recebiam abertamente qualquer ideia nova e se integravam facilmente a elas.

Mesmo numa época com informações limitadíssimas e sem recursos tecnológicos, as pessoas pensavam muito antes de mudarem seu estilo de vida por outro, pelo primeiro que aparecesse como sendo o novo ideal de vida feliz.

Elas não tinham informação, mas possuíam algo que falta muito a nós e à nossa época: prudência.

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