Como vai o coração de quem você ama?


A prevenção é amiga do bem-estar. Todos nós cuidamos, mesmo que minimamente, de nossa saúde ainda que seja pelo instinto natural de preservação, de proteção à vida.

Fazemos assim também com nossos filhos. Desde a mais tenra idade prestamos atenção nos mínimos detalhes da alimentação, vacinas, evitamos ao máximo que peguem doenças contagiosas, nos preocupamos no modo como estão se desenvolvendo física e psicologicamente, cuidamos com zelo quando estão doentes e é assim que cuidamos uns dos outros e preservamos a vida humana.

Mas, algumas patologias importantes e que tem incidência significativa entre as crianças, muitas vezes, são deixadas de lado, esquecidas.

E foi justamente pensando nisso e na necessidade de proteger e assegurar a saúde de um órgão vital e que nem sempre era devidamente avaliado na primeira infância, que recentemente o “teste do coraçãozinho” se tornou obrigatório nas maternidades de todo o Brasil, antes que mãe e filho tenham alta após o nascimento do bebê.

O objetivo de tornar este teste obrigatório é detectar doenças congênitas que precisam de um diagnóstico precoce para terem tratamento adequado e com probabilidade maior de eficácia.

O nome técnico do exame é oximetria e ele identifica doenças oftalmológicas, auditivas e cardíacas. Torna-se fundamental porque este exame pode encontrar doenças que passam desapercebidas nas primeiras horas de nascimento, como por exemplo:

– Cardiopatias com fluxo pulmonar dependente do canal arterial (ex: Atresia pulmonar e similares)

– Cardiopatias com fluxo sistêmico dependente do canal arterial (Síndrome de hipoplasia do coração esquerdo, coarctação de aorta crítica e similares)

– Cardiopatias com circulação em paralelo (transposição das grandes artérias)

Na grande maioria das vezes, doenças do coração são logo associadas com problemas de pressão arterial, em pessoas de mais idade ou com alguma outra complicação que, por consequência, também causa doenças cardíacas.

E é aí, nessa “despreocupação” que muitas patologias são tardiamente diagnosticadas em crianças, quando poderiam ser mais rapidamente tratadas e até mesmo evitadas se descobertas a tempo.

Segundo a Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (Socesp), é alta a incidência de doenças cardiovasculares em crianças, mas, felizmente e em compensação, as chances de cura também são altas.

Existem as doenças congênitas que são as que surgem durante o desenvolvimento fetal e as adquiridas que estão relacionadas a fatores externos.

De qualquer maneira, a Socesp ressalta a importância de bons hábitos de atividades físicas e alimentares desde a infância para evitar que doenças cardíacas se desenvolvam antes da vida adulta.

Lembre-se: prevenção é sempre uma aliada e, certamente, trará menos danos a você e sua família.

Na Alpha Saúde você vai encontrar o Dr. Marcelo Vinicius Cardiel, pediatra especializado em cardiologia pediátrica, que poderá dar todo o suporte que você precisa para cuidar daquele que você vai querer estar sempre perto: o coração do seu filho.

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Fonte:

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