O que ninguém te contou sobre o uso das pílulas anticoncepcionais.


Aquela dor de cabeça que não cessa. Um desânimo que parece não acabar, mesmo depois de uma noite bem dormida. Perda de performance física cada vez mais evidente. Sintomas aparentemente sem nenhum fator comum desencadeador, mas que escondem uma dura e assustadora realidade: o grande perigo (escondido) dos anticoncepcionais.

É cada vez maior o número de mulheres que apresentam problemas crônicos e graves decorrentes do uso contínuo das pílulas.

Isso acontece porque os anticoncepcionais são hormônios artificiais que imitam os hormônios naturais responsáveis por regular o ciclo de ovulação e menstruação.

Em outras palavras, as pílulas danificam os receptores da progesterona (hormônio natural), indicando ao cérebro que há uma grande quantidade deste hormônio no corpo. É um falso aviso de que a ovulação já ocorreu. Por isso, mulheres que fazem uso regular das pílulas não ovulam e, consequentemente, não menstruam.

E é aqui que os dados são assustadores: 90% das mulheres que não menstruam, apresentaram efeitos colaterais graves, mesmo quando não associam ao uso das pílulas: distúrbios de humor, perdas de performance cerebral, queda de imunidade, queda na libido, infecções de repetição, trombose, chegando até doenças mais graves como endometriose e embolia pulmonar.

Um estudo realizado entre 1996 e 2006 nos Estados Unidos, com 9.585 mulheres entre 18 e 23 anos, concluiu que o risco de serem diagnosticadas com endometriose era 2.4 vezes maior entre mulheres que usaram anticoncepcionais por 5 anos, ou mais, do que entre aquelas que nunca fizeram uso da pílula.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), informou que, entre 2011 e 2014, recebeu 79 notificações de reações graves ao uso de anticoncepcionais, como tromboembolismo, embolia pulmonar e trombose cerebral. Destes, 3 casos acabaram com vítimas fatais.

Dados divulgados pelo grupo Vítimas dos anticoncepcionais – Unidas a favor da vida, sobre uma pesquisa realizada com 305 mulheres que sofreram danos graves decorrentes dos anticoncepcionais, apontam para uma realidade muito alarmante:

  • 90% tomavam a pílula quando descobriram uma doença grave;

  • 92% não foram alertadas pelo médico sobre o risco de trombose;

  • 93% não leram a bula do anticoncepcional que passaram a tomar regularmente;

  • 41% sofreram trombose venosa profunda;

  • 25% sofreram trombose cerebral;

  • 16% sofreram embolia pulmonar;

  • 41% precisaram de UTI.

Ou seja, estas mulheres foram vítimas não apenas dos efeitos colaterais, mas, especialmente, das informações que não foram devidamente apresentadas a elas antes de iniciarem qualquer tratamento com pílulas contraceptivas.

Segundo os Critérios Médicos de Elegibilidade para uso de Métodos Anticoncepcionais, da Organização Mundial da Saúde (OMS), até mesmo casos de enxaqueca aguda, algumas doenças sexualmente transmissíveis e em casos especiais de infecções são classificados como situações incompatíveis com o uso das pílulas. Sem falar em doenças graves como câncer, trombose e até em situações aparentemente não impeditivas, como o hábito de fumar, por exemplo.

Esse conjunto de informações importantes, mas que ainda está longe de acoplar a complexidade por de trás de todas as implicações que os anticoncepcionais acarretam, revelam uma realidade inquestionável: as mulheres, atualmente, não são bem informadas a respeito dos riscos que podem correr ao utilizar as pílulas anticoncepcionais continuadamente.

Mesmo porque os hormônios artificiais podem levar meses, e até anos, para saírem completamente do organismo.

Sem informação, não há escolha. A esmagadora maioria das mulheres que são levadas ao uso dos anticoncepcionais não conhece o outro lado da história. Não tem consigo as informações básicas para que possam decidir se querem ou não este tipo de tratamento.

Por isso, procure um profissional que respeite a sua decisão consciente.

A Alpha Saúde preza, acima de tudo, pelo respeito aos seus pacientes e por cuidar não apenas da doença, mas da prevenção dela, mostrando todos os possíveis riscos e as possibilidades de tratamentos.

Entre em contato conosco o mais rápido que você conseguir e agende uma consulta com um de nossos endocrinologistas.

Na Alpha Saúde, você pode confiar.

Fonte:

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